sábado, 4 de agosto de 2007

Reflexões

Olha, depois de um mês que meu avô faleceu, morreu a avó de uns amigos. Cara, como é estranho ver nos rostos dos outros a dor e a tristeza que foram nossas. E foi assim, de repente, ela foi atropelada e não resisitiu aos ferimentos internos. Ela tinha muita vida e viveria mais. Dizem que é o momento. Sei lá, pode ser. É estranho como a morte tem disso: o momento. A vida é muito curta, breve, um sopro. Se bem que tanto ela, quanto meu avô já eram mais velhinhos. Agora, e as pessoas desse vôo da TAM? Jovens, cheias de vida, e mortas. Sei lá. O melhor que a gente faz é amar. Beijar. Abraçar. Não dá pra perder tempo chorando o leite derramado. Tem mais é que viver, viver e viver. Sem nem saber pra onde ir, mas indo, indo. Porque quando se vê, não dará mais....

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